A Escola Ideal

Oi! Muito prazer, eu sou a Dani Kondo, mãe dos Kondinhos Pedro, meu pré adolescente do 6º ano, e do Lucas, meu menino maluquinho cuca fresca, do 2º ano.


Assim como você que está lendo, sou uma pessoa/mãe em permanente estado de dúvidas sobre maternidade e criação dos meus filhos.


Uma dessas questões, e acredito que a sua um dia também, é a tal escolha da escola ideal para os nossos filhos.


Nunca fui muito adepta à premissa de que a escola é a extensão da nossa casa. Educação de casa é uma. Educação da escola é outra. Mas entendo que família e escola exercem juntas papéis complementares na formação dos jovens.


Eu vejo a escola como a primeira experiência de autenticidade dos filhos longe de nós pais que, por instinto, os protegemos de todo tipo de dor.


É lá o primeiro lugar onde expressarão quem são no mundo, correndo todos os riscos que isso implica.


E isso é maravilhoso! Nunca ouviram uma professora elogiar - pro nosso espanto - como aquele “anjinho”, tão-agitado-dentro-de-casa, é uma criança tranquila e colaborativa na escola?


Tira-los da bolha é um dos primeiros passos dos tantos outros igualmente difíceis que virão nessa longa trajetória, que é direcionar esses novos ser humaninhos pro mundo.


E aí vem a dúvida, qual a escola ideal?


Reflito muito sobre isso, principalmente nessa época do ano, quando aqueles temidos envelopes de rematrícula chegam com a mochila das crianças.


No fim das contas e, invariavelmente, chego sempre à mesma conclusão:


A maioria das escolas tem a mesma cartilha obrigatória a seguir, com diferenças de métodos, apostilas e qualificação da equipe pedagógica.

Claro que são exigências importantes que contam muito nessa decisão. Mas o que as diferencia, pra mim, são também outros detalhes, desses que não aparecem nas planilhas do MEC, e nem são conteúdos de prova do ENEN, mas são essenciais para as muitas provas que virão ao longo vida!


A escola ideal é aquela que ensina línguas.

É fundamental que meus filhos sejam fluentes na linguagem do respeito e da empatia. Que possam mostrar o que são e o que pensam, com firmeza e educação. E que saibam ouvir e conhecer, sem barreiras, os diferentes universos que lhes são apresentados.


A escola ideal é aquela que prioriza operações matemáticas da vida: que aprendam a dividir suas coisas, que multipliquem curiosidades, que subtraiam vitimismos desnecessários, somem experiências e solucionem as equações de múltiplos caminhos com independência e responsabilidade.

Dizem que pessoas que sabem fazer essas contas com facilidade têm sucesso na vida.

Eu acredito!


A escola ideal é aquela que tem uma equipe pedagógica altamente capacitada também em matérias extras.

Que entenda de técnicas inovadoras como sentar no chão e olhar uma criança nos olhos, dê beijos que curam machucados e colos que amenizam saudades.

Que incentivem a investigação! Cultivar o hábito da leitura e da pesquisa é infinitamente mais benéfico para um cérebro em formação do que somente fazer exercícios pra memorizar dados em modo automático.

Memória boa, nos dias cibernéticos atuais, serve somente pra joguinhos, e será qualidade obsoleta no mercado de trabalho. Dois minutos com um smartfone e qualquer um já tem as informações e todos os dados na palma da mão.

O futuro é dos pesquisadores, dos curiosos, dos corajosos e dos apaixonados por atualizações!

Existe muito conteúdo, além de livros, cadernos e apostilas, que faz da escola um ambiente construtor de ideias e um lugar de formação de jovens pensadores, que poderão fazer a diferença no mundo.


A escola ideal, acima de tudo, é aquela que fortalece a parceria da família, dos profissionais e dos alunos.


Aqui, o Colégio Atibaia, onde meus filhos estudam há quase 6 anos, não é a extensão da nossa casa, é a extensão de uma vitoriosa parceria, onde deposito, junto aos meus meninos, a esperança de que o futuro abrigará seres humaninhos incríveis!


É esse, sem dúvida, o melhor investimento de nossas vidas!


É real: Juntos somos muito mais fortes!




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