História de amor...

Pra quem não sabe, nós temos uma dívida eterna com o Colégio Atibaia. Foi aqui, no primeiro colegial, em 2004, que a nossa família começou a ser formada. Eu tinha 15 anos, e Rodrigo estava com 17. São 17 anos de uma história que se iniciou aqui nessa escola.


É claro que o Rodrigo e eu temos histórias de vidas completamente diferentes para chegar à escola, mas, algo que havia em comum entre nós, é que éramos bolsistas. Nossos pais não tinham condições de pagar uma escola particular. E o Colégio Atibaia nos abriu as portas. E que sorte nós tivemos. Não só por poder desfrutar do ensino ímpar e de excelência que o Colégio Atibaia proporciona, mas também por estar num lugar que nos prepara para o mundo. Eu costumo dizer, e isso não é segredo pra ninguém, que esta escola não serve só para ensinar o que está nos livros. O Colégio Atibaia ajuda a moldar caráter. A incutir nos alunos princípios que, talvez, sejam mais importantes do que qualquer lição de português ou matemática.


E, por isso, a gente nunca teve dúvida em relação ao local que nossos filhos estudariam. Somos gratos ao Colégio não só por nos unir, lá em 2004, mas também nos dar amparo para buscar nossa estabilidade financeira e podermos investir no estudo dos nossos filhos. Devemos à escola a nossa família. E, por isso, comecei falando sobre essa dívida.


Nós adoramos contar que nossa história começou na escola, costumamos dizer que “amor de Colégio Atibaia” fica. São tantas lembranças, tantas amizades, tantos momentos que marcaram nossas vidas. É delicioso relembrar tudo o que passamos e ainda mais gostoso saber que nossos filhos terão momentos parecidos. Por isso, queríamos que nossos filhos continuassem essa história – e seria impossível escolhermos outro lugar para eles estudarem.


Rafaela Stanczyk Borghi





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